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Task Force Culminating: Brigada Para-Quedista atua integrada a 82ª Divisão Aerotransportada

Paratroopers from @exercitooficiaI have arrived to Fort Polk. Once they complete their two weeks of #COVID19 quarantine, they will join the @82ndABNDiv for Rotation 21-04! We’re all looking forward to seeing the great things our countries do as we train together.

Após dois anos de intensa preparação, planejamento e provisionamentos necessários, a Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro chegou a Fort Polk, local onde irão atuar em um exercício combinado, também conhecido como Rotation 21-04, no Joint Readiness Training Center (JRTC), de 3 de Janeiro a 22 de Fevereiro de 2021.

O exercício é um intercâmbio entre ambos os países e conclui uma série de atividades como parte de um Plano Conjunto de cinco anos.

Durante duas semanas, ou 14 dias, a Subunidade brasileira irá cumprir o período de quarentena devido as medidas sanitárias de combate ao Covid-19, e somente após esse período estarão aptas para atuarem.

Para-quedistas brasileiros desembarcando em Fort Polk.

Infantaria Para-Quedista armada com Imbel IA2 5,56 mm, e a frente, um morteiro mediano 81 mm (Foto: Roberto Caiafa)

Unidade de Comunicações PQDT (Foto: Roberto Caiafa)

O canhão sem recuo Carl Gustaf de 84 mm, usado pela Infantaria Para-quedista (Foto: Roberto Caiafa)

A Task Force brasileira, treinada para atuar em operações aerotransportadas utiliza equipamento e armas de última geração (coletivas e individuais), dentre elas, os canhões sem recuo Carl Gustaf de 84 mm; morteiros de 60 e 81 mm; metralhadoras ligeiras 5,56 mm do tipo Minimi-Para, equipamento de visão noturna; miras/designadores de alvos laser; monoculares com ópticos especiais; equipamento GPS de emprego militar; meios de comunicação variados e os confiáveis pára-quedas MC-1.

Uma Task Force de nível sub-unidade compreende 172 tropas aerotransportadas para-quedistas.

Para-quedista no ar com seu pára-quedas MC-1 aberto (Foto: Roberto Caiafa)

O Brasil particpa do Culminating Exercise com uma subunidade aerotransportada integrada a um Batalhão/Brigada da 82ª Divisão Aerotransportada do Exército dos Estados Unidos.
No Brasil, o exercício  de preparação consistiu em 5 fases.
Na 1ª e 2ª fases, a subunidade da Brigada de Infantaria Para-quedista participou num assalto aéreo, realizando missões para conquistar e manter uma posição chave.

Caçador Précursor Para-quedista e seu Imbel AGLC equipado com sistema de treinamento engajamento tático virtual DSET.

Na 3ª e 4ª fases, as tropas treinaram a infiltração aérea, bem como a ocupação e estabilização da zona urbana de São José do Barreiro, em São Paulo.
Na 5ª fase, foi realizado o Tiro Real e o check de equipamentos destinados a missão.
* Uma Companhia Aerotransportada (Para-quedista) consiste em três Pelotões de Fuzileiros Para-quedistas, um Pelotão de Apoio Para-quedista e uma Secção de Comando Para-quedista.

Para-quedista no ar com seu pára-quedas MC-1 aberto (Foto: Roberto Caiafa)

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Roberto Caiafa
Jornalista e Repórter Fotográfico especializado na Editoria de Defesa com mais de 15 anos de experiência profissional. Corresponsal no Brasil de Infodefensa desde abril de 2011. Youtube Canal Caiafamaster (https://www.youtube.com/c/caiafamaster)

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1 Comment

  1. Muitos acha que não, mas a troca de conhecimento entre exercícios como este é imensa. Os militares brasileiros voltarão ao Brasil com um vasto conhecimento de algo que, talvez, eles sequer imaginavam e todo esse conhecimento será, sem sombra de dúvida, posto em prática e repassado para as de mais unidades das forças armadas. Muito bom!

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