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Rodrigo Campos integra equipe focada em seguros e garantias á exportação de Produtos de Defesa: Vem aí uma Insurtech

Major EB Marcelo Fabrício Bolzan, Clara Martinolli, Gerente de Relações Institucionais da FIESP, Rodrigo Campos, Coronel Intendente FAB Diógenes Lima Neto, Coronel EB Sergio Ricardo Tolomelli e o Capitão de Fragata Bruno Ricardo da Silva Assunção.
O Executivo Rodrigo Campos inicia hoje, 24 de março de 2022, um importante trabalho para a Base Indústria de Defesa brasileira, a modelagem de uma insurtech, que atuará em dois temas críticos – seguros e garantias à exportação. 
Rodrigo Campos foi indicado a integrar esse seleto time que une a Federação Indústrias do Estado de São Paulo e o Ministério da Defesa, através do Departamento de Financiamentos e Economia de Defesa.
Ciente da complexidade desse desafio, da sua urgência, de que é necessário o trabalho em equipe e o envolvimento e o alinhamento de diferentes atores desse mercado, o executivo declarou-se pronto para “abraçar” essa missão.

O que é Insurtech

O termo Insurtech vem da junção de Insurance (seguro) e Technology (tecnologia). Ele remete tanto às startups que atuam dessa maneira quanto ao fenômeno por trás do conceito.

De maneira simplificada, podemos afirmar que Insurtech é um subconjunto de Fintech: a tecnologia está por trás da criação, distribuição e administração do negócio de seguros.

Aplicativos para smartphones, wearables, ferramentas de processamento de sinistros, manuseio de políticas online e processamento automatizado são todos sinônimos de Insurtech.

Bastante alinhado com o que já conhecemos de Transformação Digital, o fenômeno é alicerçado por Big Data, Inteligência Artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT) — a maioria do capital investido vai para essas áreas.

Na prática, é uma grande virada de chave do mercado segurador em termos de modelo de negócio. A prática Insurtech é útil para coletar e analisar dados do cliente para fornecer um serviço melhor e mais acessível.

Vantagens propostas pelas insurtechs 

Se uma pessoa está partindo para uma viagem, de mochila, ao nordeste brasileiro, ela quer garantir seu seguro com apenas alguns cliques, ao invés de ter que preencher vários formulários ou, pior ainda, fazer um pedido pelo telefone.

Alguém viajando a curta distância por dois dias merece um seguro muito mais barato do que alguém em uma viagem de paraquedismo de uma semana nos Alpes Chilenos, não é mesmo?

Startups podem começar a oferecer seguro por apenas uma hora para alguém pegar emprestado o carro de um amigo. Isso é uma grande vantagem proporcionada pelas  Insurtechs.

Nesses exemplos, vemos seguradoras alavancarem melhores dados e experiência do cliente para melhorar sua cobertura de seguro e fazer previsões mais exatas sobre os riscos.

No mundo dos seguros para pequenas empresas, por exemplo, o Insurtech trabalha nos bastidores para aumentar as opções que os proprietários de negócios têm, manter os custos baixos e acelerar a entrega da cobertura de seguro.

Por que prestar atenção ao movimento insurtech?

Os especialistas apontam que o chamado “movimento Insurtech” forçará a indústria de seguros a intensificar seu jogo em termos de atendimento ao cliente e ofertas. Não será mais possível fazer as coisas como elas sempre foram feitas.

O desafio é garantir que o Insurtech seja atraente para os consumidores. Isso significa entregar produtos mais personalizados. Os clientes também querem que seus produtos de seguro sejam entregues por meio de dispositivos móveis.

Há uma polarização no Insurtech com relação ao uso de tecnologia: de um lado estão os representantes já consolidados e do outro startups disruptivas que buscam participação no mercado. O elo comum é o consumidor; ele escolherá entre players já estabelecidos e os desafiantes (as dinâmicas startups) — ou, o que é cada vez mais provável: usará uma mistura de ambos.

Em suma, as companhias de seguros mais antenadas e preparadas para a transformação estão investindo em startups — que facilitam o aproveitamento do “fenômeno Insurtech” — para impulsionar a inovação. Elas veem nessa iniciativa uma oportunidade ao invés de uma ameaça.

Major EB Marcelo Fabrício Bolzan, Clara Martinolli, Gerente de Relações Institucionais da FIESP, Rodrigo Campos, Coronel Intendente FAB Diógenes Lima Neto, Coronel EB Sergio Ricardo Tolomelli e o Capitão de Fragata Bruno Ricardo da Silva Assunção.

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Roberto Caiafa
Jornalista e Repórter Fotográfico especializado na Editoria de Defesa com mais de 15 anos de experiência profissional. Corresponsal no Brasil de Infodefensa desde abril de 2011. Youtube Canal Caiafamaster (https://www.youtube.com/c/caiafamaster)

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